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Não tenho nada contra o João Ferreira. Tenho sim, contra o sistema e
critério de selecção. É preciso não esquecer que o João o ano transacto, não
estava na 1ª divisão e, como tal, não tinha ranking. Alguém alvitrou o nome de
Pedro Pais. Mas, penso que há mais. Se querem incentivar os jovens para esta
modalidade, tais como, José Miguel Soares , Nino Mendes, Diogo
Soares , Ricardo Pinto , Jorge Costa , Hugo
Costa , Ivo Coelho e, talvez outros que não me lembra, promovam e ofereçam
cursos no estrangeiro, como por exemplo, a Academia do Prof. Quetglas, em
Mùrcia, Espanha , onde tem sido formados os melhores jogadores
espanhóis da actualidade. Se assim não for, todas as nomeações feitas no
escuro, deixam suspeições, o que não é conveniente para o bom nome da Modalidade
e da própria Federação. Não sei até que ponto será possível, também, criar
escolas de bilhar, onde os atletas atrás referidos e outros, que eventualmente,
queiram aparecer na modalidade, possam, aprender e evoluir. Aos “velhos do
Restelo”, como alguém intitulou alguns dos nossos atletas mais idosos, mas que
estão top 10 do ranking, poderia ser-lhes pedido para ministrarem aulas e
ensinarem tudo aquilo que aprenderam no decorrer da sua carreira. Poderá ser a
forma de terminar com esta polémica, que todavia, vai ficar nos anais da
história e nas memórias do tempo. Senhores da Federação, pensem, reflictam e
ponham mão á obra.
Espero melhores dias para o bilhar.
Calimero